O que é teste in vitro Saiba mais sobre experimentos de nitazoxanida | Guia do Estudante

O que é teste in vitro? Saiba mais sobre os experimentos com nitazoxanida

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(Unspash/Reprodução)

O ministro da Ciência e Tecnologia, Marcos Pontes, anunciou nesta semana o início dos testes clínicos com uma droga “de” que poderia ter reduzido a carga viral do novo coronavivírus em uma pesquisa feita in vitro em 94%. 

No mesmo dia, depois de Pontes ‘ anúncio, o então ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, disse em uma coletiva de imprensa que o remédio era citado como um verme. Não demorou muito para que o nome da substância começava a circular na imprensa e nas redes sociais: nitazoxanida (princípio ativo de Annita vermin). 

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    Durante o discurso, Mandetta apontou que um remédio que apresenta um bom resultado laboratorial não garante que terá uma eficiência nos testes realizados em seres humanos. Isso, inclusive, são as principais críticas que a comunidade científica faz ao ministro da ciência: dar falsas esperanças de um medicamento que ainda não foi testado no ensaio clínico Entenda a pergunta!

    Qual é o teste in vitro?

    O medicamento citado por Pontes só passou por in vitro Esta é uma fase preliminar de pesquisa, que ainda está acontecendo em ambientes controlados e fechados de um laboratório, em tubos de ensaio. Para experimentos, as células cultivadas a partir do laboratório foram infectadas com a nova cor Nos testes, a nitazoxanida atuou por bloquear a produção de novas cópias do vírus.

    Mas não garante a eficácia do medicamento em humanos, sem levar em conta vários fatores de saúde individuais que podem interferir no que aconteceu com a cloroquina, que funcionou muito bem in vitro, e matou cerca de 95% da carga viral, só que não o fez sozinho com SARS-CoV-2 (covid-19 doença causadora da doença).

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      Niazoxanida

      Com o chegada do novo coronavirus em 2019, pesquisadores chineses em Wuhan, cidade que iniciou a pandemia, realizaram testes in vitro com sete substâncias, inclusive, em nitazoxanida. Eles procuraram descobrir a eficácia de cada substância e também a toxicidade de cada uma delas.

      nitazoxanida tinha cerca de 94% de eficácia contra o vírus, no entanto, com cerca de 50% de toxicidade nas células testadas. A sua eficácia é um pouco menor do que a cloroquina, mas uma toxicidade muito maior. Isso pode indicar possíveis reações adversas mais severas em humanos.

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        Os testes a seguir no Brasil

        Os testes de nitazoxaniano nas pessoas devem começar nas próximas semanas, até meados de maio. Os testes serão realizados em 500 pacientes, em cinco hospitais militares do Rio, um em São Paulo e outro em Brasília. O experimento dura cinco dias, e os pacientes serão observados por mais nove dias.

        Para evitar falsidades positivas, o grupo será dividido: alguns dos indivíduos receberão os remédios, enquanto o outro lado receberá um placebo (um tipo de medicamento falso que pode apresentar efeitos terapêuticos porque o indivíduo acredita que a substância trabalhará Doutores também não saberá o que eles estão administrando.

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          No Brasil, a Nitazoxanida custa em média R$ 25 em farmácias e tem um nome comercial de “Anita”. Apesar de ser popular contra parasitas e vermes, também é usado por médicos no combate a infecções virais no sistema digestivo.

          Após a divulgação do ministro Pontes, a Anvisa incluiu a droga na lista de substâncias controladas, e as regras para venda em farmácias são mais rigorosas. Agora, toda prescrição de medicação niazoxanida deve ser feita em ambas as direções especificamente.

          Author: SILVA RICARDO

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